Use este identificador para citar ou linkar para este item:
https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/14663Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | VICTOR WAGNER FREIRE FIALHO | - |
| dc.date.accessioned | 2026-07-21T17:43:21Z | - |
| dc.date.available | 2026-07-21T17:43:21Z | - |
| dc.date.issued | 2026 | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/14663 | - |
| dc.description.abstract | This study aims to analyze the film Apocalypse Now (Francis Ford Coppola, 1979) both as a historical source and as a fictional narrative strongly anchored in reality, concerning U.S. participation in the Vietnam War (1955–1975), with emphasis on home front tensions and the historicity of war trauma. Rather than treating the film as a transparent mirror of the conflict, the research reads it as a public elaboration of the experiences, justifications, and impasses that marked the war and its reception in the United States. The approach draws on Film and History and on the History of the Present, combining formal analysis (editing, sound design, mise-en-scène) with the contextualization of the film’s production and reception in its time. Beyond the main source, the documentary Hearts of Darkness: A Filmmaker’s Apocalypse (1991) is mobilized to discuss the production’s collapse as part of the film’s historical meaning. The study argues that the film, as a cultural form that selects, intensifies, and organizes meanings about the past, converts the legitimacy crisis and combat experience into an ambivalent sensory memory (made of noise, repetition, cuts, saturation, and silence), exposing regimes of visibility of violence and their controversies, including in relation to Post-Traumatic Stress Disorder (PTSD). | - |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | : Guerra do Vietnã | - |
| dc.subject | Apocalypse Now | - |
| dc.subject | cinema e história | - |
| dc.subject | home front | - |
| dc.subject | trauma de guerra | - |
| dc.subject | TEPT. | - |
| dc.subject.classification | Ciências Humanas | pt_BR |
| dc.title | "THE HORROR": GUERRA, MEMÓRIA E TRAUMA NA OBRA CINEMATOGRÁFICA APOCALYPSE NOW, DE FRANCIS FORD COPPOLA (1979) | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | JORGE CHRISTIAN FERNANDEZ | - |
| dc.description.resumo | Tem-se por objetivo analisar o filme Apocalypse Now (Francis Ford Coppola, 1979) como fonte histórica e como narrativa ficcional com forte amarração ao real a respeito da participação estadunidense na Guerra do Vietnã (1955–1975), com ênfase nas tensões do home front e na historicidade do trauma de guerra. A pesquisa toma o filme como forma de elaboração pública das experiências, justificativas e impasses que marcaram a guerra e sua recepção nos Estados Unidos. A abordagem articula Cinema e História e História do Tempo Presente, combinando leitura formal (montagem, desenho de som, mise-en-scène) com a contextualização de produção e recepção do filme em sua época. Além da fonte principal, utiliza-se o documentário Hearts of Darkness: A Filmmaker’s Apocalypse (1991) para discutir o colapso da produção como parte do sentido histórico da obra. Sustenta-se que o filme, como forma cultural que seleciona, intensifica e organiza sentidos sobre o passado, converte a crise de legitimidade e a experiência do combate em memória sensorial (feita de ruído, repetição, cortes, saturação e silêncio), expondo a violência e suas controvérsias, inclusive no horizonte do Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT). | pt_BR |
| dc.publisher.country | null | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFMS | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | História - Bacharelado (FACH) | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|
| 39198.pdf | 703,87 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.

