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https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/14467Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | NATHALIA SOUZA CARELLI | - |
| dc.date.accessioned | 2026-06-19T12:26:27Z | - |
| dc.date.available | 2026-06-19T12:26:27Z | - |
| dc.date.issued | 2026 | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/14467 | - |
| dc.description.abstract | This final project investigates the diverse images of evil throughout the history of philosophy, highlighting its aesthetic and symbolic mutability within religious culture, through thought as a representation of religion. The research ranges from mythical and Eastern origins, such as Zoroastrianism and Manichaeism, through the Judeo-Christian tradition and its biblical interpretations, to the devil's protagonism in the Middle Ages and even questions about his figure in modern times, including the Church and its use of fear as an instrument of social and spiritual manipulation. It also analyzes the transition from the Renaissance, which gave evil comic and critical aspects, to Romanticism, which redefined it as a symbol of freedom and rebellion. The Enlightenment and modern philosophy, notably Thomas Hobbes, shifted the notion of evil from a metaphysical entity to a human and social dimension, linked to conflict and political contract. In contemporary times, with the thinking of Umberto Eco and the expansion of the cultural industry, evil is also understood as a commodity present in various media and consumer products. It follows that evil is not a fixed entity, but a symbolic construct that adapts to the cultural, philosophical, and political demands of each era, remaining a key to interpreting human experience. | - |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Mal | - |
| dc.subject | Filosofia | - |
| dc.subject | Religião | - |
| dc.subject | Imaginário | - |
| dc.subject | Cultura. | - |
| dc.subject.classification | Ciências Humanas | pt_BR |
| dc.title | Um breve percurso das diversas representações do mal na história da filosofia. | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | RONALDO AMARAL | - |
| dc.description.resumo | O presente Trabalho de Conclusão de Curso investiga as diversas imagens do mal ao longo da história da filosofia, evidenciando sua mutabilidade estética e simbólica na cultura religiosa, por meio do pensamento que se faz representação da religião. A pesquisa percorre desde as origens míticas e orientais, como o zoroastrismo e o maniqueismo, passando pela tradição judaico-cristã e suas interpretações bíblicas, até o protagonismo do diabo na Idade Média e mesmo questionamentos sobre sua figura nos tempos atuais, passando pela Igreja e em sua utilização para o medo como instrumento de manipulação social e espiritual. Analisa-se ainda a transição no Renascimento, que conferiu ao mal aspectos cômicos e críticos, e no Romantismo, que o ressignificou como símbolo de liberdade e rebeldia. O Iluminismo e a filosofia moderna, com destaque para Thomas Hobbes, deslocaram a noção do mal de uma entidade metafísica para uma dimensão humana e social, vinculada ao conflito e ao contrato político. Na contemporaneidade, com o pensamento de Umberto Eco e a expansão da indústria cultural, o mal é entendido também como mercadoria presente em diferentes mídias e produtos destinados ao consumo. Conclui-se que o mal não é uma entidade fixa, mas uma construção simbólica que se adapta às exigências culturais, filosóficas e políticas de cada época, mantendo-se como chave interpretativa da experiência humana. | pt_BR |
| dc.publisher.country | null | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFMS | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Filosofia - Licenciatura (FACH) | |
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| Arquivo | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|
| 33955.pdf | 14,35 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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