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dc.creatorNATHALIE ELIAS DA SILVA-
dc.date.accessioned2026-01-23T21:20:59Z-
dc.date.available2026-01-23T21:20:59Z-
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufms.br/handle/123456789/14230-
dc.description.abstractIn 2009, the novel A Costureira e o Cangaceiro by Frances de Pontes Peebles was published in Brazil. The work in question was originally written in English. Frances de Pontes Peebles is the daughter of a Pernambuco mother and an American father. This study aims to analyze the novel by linking it to the tradition of Brazilian literature, more specifically, to contemporary literary regionalism. What guides the reading of the work is its connection to issues of belonging and national identity, the fictionalization of Brazil's political history since the 1930 Revolution, the collective memory of cangaço, and the drought of 1932. To this end, in the fields of historiography and Brazilian literary criticism, I refer to names such as Antônio Cândido, Fernando Cerisara Gil, Luís Bueno, and Tânia Pellegrini, addressing the relevance of the novel in relation to the foundations of national literature. In the realm of History and culture, I explore the emergence of cangaço as a means of livelihood, its endemic and epidemic forms in the northeastern hinterland, as well as the popular cultural manifestations linked to the mythology that today surrounds cangaceirismo, making it an expression of identity from the Brazilian hinterland. I observe how the novel makes extensive use of material for a plausible composition of the spaces of the countryside and the city in northeastern Brazil, coherently encompassing its cultural traditions and its History. Keywords: National identity. Popular culture. Regionalism.-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherFundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sulpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectIdentidade nacional-
dc.subjectCultura popular-
dc.subjectRegionalismo-
dc.titleA COSTUREIRA E O CANGACEIRO: IDENTIDADE BRASILEIRA, RESGATE HISTÓRICO E ECOS REGIONALISTAS NO ROMANCE DE FRANCES DE PONTES PEEBLESpt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.contributor.advisor1Danglei de Castro Pereira-
dc.description.resumoEm 2009, foi publicado no Brasil o romance A costureira e o cangaceiro de Frances de Pontes Peebles. A obra em questão foi originalmente escrita em inglês. Frances de Pontes Peebles é filha de mãe pernambucana e pai norte-americano. Este estudo propõe-se a analisar o romance filiando-o à tradição da literatura brasileira, mais especificamente, ao regionalismo literário na contemporaneidade. O que norteia a leitura da obra é o seu vínculo com as questões de pertença e identidade nacional, ficcionalização da história política do Brasil a partir da Revolução de 30, memória coletiva do cangaço e da seca de 1932. Para isso, no campo da historiografia e crítica literárias brasileira, recorri a nomes como Antônio Cândido, Fernando Cerisara Gil, Luís Bueno e Tânia Pellegrini, problematizando a relevância do romance em sua relação às matrizes da literatura nacional. No âmbito da História e da cultura, explorei a emergência do cangaço como meio de vida, suas formas endêmicas e epidêmicas no sertão nordestino, bem como as manifestações culturais populares ligadas à mítica que hoje circunda o cangaceirismo, tornando-o uma forma de expressão identitária do sertão brasileiro. Observei como o romance utiliza-se de material farto para uma composição verossímil dos espaços do campo e da cidade no Nordeste do Brasil, englobando de maneira coerente suas tradições culturais e sua História.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFMSpt_BR
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