Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/14622
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorALISSON FABRÍCIO ALVES MOTA-
dc.date.accessioned2026-07-07T14:26:34Z-
dc.date.available2026-07-07T14:26:34Z-
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufms.br/handle/123456789/14622-
dc.description.abstractThis research reflects on childhood from the perspective of comprehending the child as a subject of the present, problematizing the social and educational culture to value children primarily in terms of what they may become in the future. Motivated by concerns regarding conceptions that view childhood as merely a period of preparation for adulthood, the research seeks to recognize the child as an individual who contributes and participates in social life, produces culture, constructs meanings, and attributes significance to the world in which they live. To achieve this objective, a qualitative approach was adopted, based on bibliographic, documentary, and field research. The theoretical framework draws upon the works of Philippe Ariès, Manuel Jacinto Sarmento, William Corsaro, and Hannah Arendt, as well as the analysis of legal documents that recognize children as subjects of rights. The field research was conducted through experiences developed during Mandatory Internship II in Early Childhood Education, enabling the articulation between theoretical studies and the educational practices observed in the school context. The results reveal that, although significant progress has been made in recognizing children as active and participatory subjects, educational practices and discourses that excessively prioritize the future over children's present experiences still persist. Within this framework, play, attentive listening, imagination, and children's participation emerge as fundamental elements for valuing childhood. It is concluded that recognizing the child as a subject of the present does not mean disregarding the future; rather, it means understanding that the future is built upon the experiences, relationships, and learning processes lived in the present, thereby ensuring childhood its intrinsic value and the right to be fully experienced.-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherFundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sulpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectInfância. Educação Infantil. Sujeito do presente.-
dc.subject.classificationCiências Humanaspt_BR
dc.titleA Infância como Presente: o reconhecimento da criança como sujeito do agora contra a lógica dopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1LUCIENE CLEA DA SILVA-
dc.description.resumoEsta pesquisa reflete sobre a infância a partir da compreensão da criança como sujeito do presente, problematizando a tendência social e educacional de valorizá-la principalmente em função daquilo que poderá se tornar no futuro. Partindo da inquietação provocada por concepções que compreendem a infância como um período de preparação para a vida adulta, o estudo busca reconhecer a criança como alguém que já participa da vida social, produz cultura, constrói significados e atribui sentidos ao mundo em que vive. Para o desenvolvimento da pesquisa, foi adotada uma abordagem qualitativa, fundamentada em pesquisa bibliográfica, documental e de campo. O referencial teórico dialoga com autores como Philippe Ariès, Manuel Jacinto Sarmento, William Corsaro e Hannah Arendt, além da análise de documentos legais que reconhecem a criança como sujeito de direitos. A pesquisa de campo foi realizada a partir das experiências vivenciadas durante o Estágio Obrigatório II, na Educação Infantil, permitindo relacionar os estudos teóricos às práticas observadas no cotidiano escolar. As análises evidenciaram que, embora existam avanços no reconhecimento da criança como sujeito ativo e participante, ainda permanecem práticas e discursos que privilegiam excessivamente o futuro em detrimento das experiências vividas no presente. Nesse contexto, destacam-se a importância do brincar, da escuta atenta, da imaginação e da participação infantil como elementos fundamentais para a valorização da infância. Conclui-se que reconhecer a criança como sujeito do presente não significa desconsiderar o futuro, mas compreender que ele é construído a partir das experiências, relações e aprendizagens vividas no agora, garantindo à infância seu valor próprio e seu direito de ser plenamente vivida.pt_BR
dc.publisher.countrynullpt_BR
dc.publisher.initialsUFMSpt_BR
Aparece nas coleções:Pedagogia - Licenciatura (FAED)

Arquivos associados a este item:
Arquivo TamanhoFormato 
39557.pdf362,71 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.