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dc.creatorKELVIN CORTES MIRANDA-
dc.date.accessioned2026-06-27T00:20:36Z-
dc.date.available2026-06-27T00:20:36Z-
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufms.br/handle/123456789/14565-
dc.description.abstractThis paper analyzes the relationship between media, public opinion, and political legitimacy during the Michel Temer administration (2016–2018), a period characterized by the tension between formal legality and social recognition. Drawing on the content analysis framework proposed by Bardin (2016) and Charaudeau's (2010) theory of media discourse, the study examines how major Brazilian news outlets contributed to sustaining the government despite historically low approval ratings recorded by the Datafolha Institute. The work demonstrates that the media operated an alternative form of legitimation, framing labor and pension reforms as technically inevitable, thereby shifting debate from the democratic sphere to the realm of economic rationality. The federal intervention in Rio de Janeiro (2018) is analyzed as a political-discursive phenomenon that articulated social fear, demand for order, and the government's need to reconstruct symbolic authority. The theoretical framework draws on Max Weber's concept of legitimate domination, Jürgen Habermas's notion of the public sphere, and Pierre Bourdieu's critique of public opinion. The study concludes that the Brazilian post-impeachment crisis was fundamentally a crisis of representation and democratic mediation, whose symbolic mechanisms persisted beyond the end of the Temer administration.-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherFundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sulpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectLegitimidade política-
dc.subjectMídia-
dc.subjectGoverno Temer-
dc.subjectOpinião pública-
dc.subjectDemocracia-
dc.subjectImpeachment-
dc.subject.classificationCiências Humanaspt_BR
dc.titleOpinião pública, mídia e legitimidade no governo Michel Temer: uma análise histórica do período pós-impeachmentpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1SAMUEL DE JESUS-
dc.description.resumoO presente trabalho analisa a relação entre mídia, opinião pública e legitimidade política no governo Michel Temer (2016–2018), período marcado pela tensão entre legalidade formal e reconhecimento social. A partir da análise de conteúdo proposta por Bardin (2016) e da teoria do discurso midiático de Charaudeau (2010), examina-se como os principais veículos da grande imprensa brasileira contribuíram para a sustentação do governo, mesmo diante de índices históricos de rejeição popular registrados pelo Instituto Datafolha. O trabalho demonstra que a mídia operou uma forma de legitimação alternativa, apresentando as reformas trabalhista e previdenciária como inevitáveis e técnicas, deslocando o debate do campo democrático para o campo da racionalidade econômica. A intervenção federal no Rio de Janeiro (2018) é analisada como fenômeno político-discursivo que articulou medo social, demanda por ordem e necessidade governamental de reconstruir autoridade simbólica. O referencial teórico articula as contribuições de Max Weber sobre dominação legítima, Jürgen Habermas sobre esfera pública e Pierre Bourdieu sobre a crítica à opinião pública. Conclui-se que a crise brasileira pós-impeachment foi fundamentalmente uma crise de representação e de mediação democrática, cujos mecanismos simbólicos não se dissiparam com o fim do governo Temer.pt_BR
dc.publisher.countrynullpt_BR
dc.publisher.initialsUFMSpt_BR
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