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https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/14519Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | DANIEL RABELO CANDIDO | - |
| dc.date.accessioned | 2026-06-25T18:14:11Z | - |
| dc.date.available | 2026-06-25T18:14:11Z | - |
| dc.date.issued | 2026 | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/14519 | - |
| dc.description.abstract | Technical progress is a largely discussed matter within economics, being an essential aspect of production and serving as an indicator of important historical switches. Despite that, the way said phenomenon is understood varies significantly across different schools of thought and theorists. The present work addresses the following problem: is there a substantial difference between the ways in which Adam Smith, David Ricardo, Karl Marx, Alfred Marshall, Joseph Schumpeter, and John Keynes understand technical progress? The hypothesis proposed is that there is a disagreement regarding the nature of technical progress among these thinkers. The general objective established is to analyze the phenomenon of technical progress through these economic views, highlighting their differences and similarities. Methodologically, the research is configured as a bibliographic study, presenting a qualitative nature and a descriptive character. The comparative analysis reveals that, whereas classical authors such as Smith view progress as a natural consequence of the division of labor and Ricardo interprets it as a temporary palliative against the diminishing returns of land, Marx breaks with this tradition by situating technology as an apparatus of capital concentration and worker expropriation. In the more modern perspectives, Marshall perceives technical progress as a slow and gradual process associated with education and industrial districts; Schumpeter defines it through disruptive waves of innovation and creative destruction led by the entrepreneur; and Keynes subordinates it to fluctuations in effective demand, pointing out that, although it generates technological unemployment in the short run, accumulated progress has the potential to eliminate material scarcity in the long run. It is concluded that the initial hypothesis is confirmed, demonstrating an explicit theoretical dissent and showing that technical progress is not a neutral phenomenon, but rather a complex historical process understood through multiple divergent perspectives. | - |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Progresso técnico. Teoria econômica. História do pensamento econômico. | - |
| dc.subject.classification | Ciências Sociais | pt_BR |
| dc.title | PROGRESSO TÉCNICO NA TEORIA ECONÔMICA NAS PERSPECTIVAS DE SMITH, RICARDO, MARX, MARSHALL, SCHUMPETER E KEYNES | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | CARLOS ROBERTO GABRIANI | - |
| dc.description.resumo | O progresso técnico é um tema amplamente discutido na economia, sendo um aspecto essencial da produção e servindo como indicador de importantes transições históricas. Apesar disso, a maneira como o referido fenômeno é compreendido varia significativamente entre diferentes escolas de pensamento e teóricos. O presente trabalho aborda o seguinte problema: existe uma diferença substancial entre as formas como Adam Smith, David Ricardo, Karl Marx, Alfred Marshall, Joseph Schumpeter e John Keynes compreendem o progresso técnico? A hipótese proposta é que existe um certo desacordo em relação à natureza do progresso técnico entre esses pensadores. O objetivo geral estabelecido é analisar o fenômeno do progresso técnico por essas visões econômicas, destacando suas diferenças e semelhanças. Metodologicamente, a pesquisa configura-se como um estudo bibliográfico, apresentando natureza qualitativa e caráter descritivo. A análise comparativa revela que, enquanto autores clássicos como Smith veem o progresso como uma consequência natural da divisão do trabalho e Ricardo o interpreta como um paliativo temporário contra os rendimentos decrescentes da terra, Marx rompe com essa tradição ao situar a tecnologia como um aparato de concentração de capital e expropriação do trabalhador. Nas perspectivas mais modernas, Marshall percebe o progresso técnico como um processo lento e gradual, associado à educação e aos distritos industriais; Schumpeter o define por meio de ondas disruptivas de inovação e destruição criativa lideradas pelo empreendedor; e Keynes o subordina às flutuações da demanda efetiva, apontando que, embora gere desemprego tecnológico no curto prazo, o progresso acumulado tem o potencial de eliminar a escassez material no longo prazo. Conclui-se que a hipótese inicial é confirmada, demonstrando um evidente dissenso teórico e mostrando que o progresso técnico não é um fenômeno neutro, mas sim um processo histórico complexo compreendido por meio de múltiplas perspectivas analíticas divergentes. | pt_BR |
| dc.publisher.country | null | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFMS | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Ciências Econômicas - Bacharelado (ESAN) | |
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|---|---|---|---|
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