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dc.creatorBEATRIZ CARVALHO SCHUINDT-
dc.date.accessioned2026-06-19T21:41:32Z-
dc.date.available2026-06-19T21:41:32Z-
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufms.br/handle/123456789/14469-
dc.description.abstractThis article analyzes the book History of the Communist Party of the Soviet Union (Bolsheviks) (1938) in comparison with the tradition of the Social History of the Russian Revolution, highlighting the mechanisms of negationism, ideological control, and historical falsification promoted by the Stalinist bureaucracy. It investigates how the official narrative legitimized political repression through the instrumental use of Sergei Kirov’s assassination (1934) and the validation of forged confessions in the First Moscow Trial (1936). The study also highlights the role of the Dewey Commission (1937) in challenging the accusations against Leon Trotsky, as well as the deliberate erasure of the second and third Moscow Trials and the Purges of the Old Guard from the official history. Through documentary evidence and a case study of the economist Isaac Illich Rubin, Joseph Stalin’s direct responsibility in coordinating the Soviet terror apparatus is demonstrated. The paper concludes by emphasizing the importance of critical historiography as an indispensable tool for deconstructing negationist discourses and understanding the contradictions of the revolutionary process.-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherFundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sulpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectStalinismo-
dc.subjectHistoriografia Soviética-
dc.subjectProcessos de Moscou-
dc.subjectNegacionismo Histórico-
dc.subjectRevolução Russa.-
dc.subject.classificationCiências Humanaspt_BR
dc.titleNegacionismo e falsificação histórica: o apagamento dos crimes de Stalin na história oficial do Partido Comunista Soviéticopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1CARLOS BATISTA PRADO-
dc.description.resumoO artigo analisa a obra História do Partido Comunista Bolchevique da URSS (1938) em comparação com a tradição da História Social da Revolução Russa, evidenciando os mecanismos de negacionismo, controle ideológico e falsificação histórica promovidos pela burocracia stalinista. Investiga-se como a narrativa oficial legitimou a repressão política a partir do uso instrumental do assassinato de Sergei Kirov (1934) e da validação das confissões forjadas no Primeiro Processo de Moscou (1936). O estudo também destaca a atuação da Comissão Dewey (1937) na contestação das acusações contra Leon Trotsky, bem como o apagamento deliberado do segundo e terceiro Processos de Moscou e dos Expurgos da Velha Guarda. Por meio de evidências documentais e do estudo de caso do economista Isaac Illich Rubin, demonstra-se a responsabilidade direta de Joseph Stalin na coordenação do aparato de terror soviético. Conclui-se ressaltando a importância da historiografia crítica como ferramenta indispensável para a desconstrução de discursos negacionistas e para a compreensão das contradições do processo revolucionário.pt_BR
dc.publisher.countrynullpt_BR
dc.publisher.initialsUFMSpt_BR
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