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dc.creatorPAULA EDUARDA PENASSO CORRÊA-
dc.date.accessioned2026-01-19T15:11:36Z-
dc.date.available2026-01-19T15:11:36Z-
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufms.br/handle/123456789/14217-
dc.description.abstractIn vitro dry matter digestibility (IVDMD) is widely used in ruminant nutrition and depends directly on the quality of the ruminal inoculum employed, however, the literature is still inconclusive regarding the possible influence of the collection technique on this quality. This study aimed to compare the IVDMD of different forages using ruminal fluid obtained via ruminal fistula and esophageal probe. The experiment was conducted at the Experimental Farm of the Federal University of Mato Grosso do Sul, using four forages: BRS Capiaçu elephant grass silage, fresh BRS Capiaçu elephant grass, corn silage, and Marandu grass. Ruminal fluid was collected from three fistulated Nellore cattle by both collection methods, in two experimental runs conducted at one-week interval. After collection, the ruminal fluid was filtered, homogenized into a pooled sample for each collection technique, and transported to the Applied Nutrition Laboratory of the Faculty of Veterinary Medicine and Animal Science (FAMEZ/UFMS). The IVDMD was determined using the Tilley and Terry method, adapted to the Marconi® system, with the use of nonwoven fabric bags. The ruminal incubation period was 48 hours, followed by acid digestion with pepsin for 24 hours. Data were subjected to statistical analysis to compare collection methods, evaluating mean digestibility values as well as measures of variability (range, standard deviation, and coefficient of variation). The results indicated that, although differences in variability were observed between techniques depending on forage type, there was no significant effect (P > 0.05) of the collection technique on mean IVDMD values. It is concluded that ruminal fluid collection techniques using an esophageal probe or a ruminal fistula can be used in in vitro digestibility assays, considering their operational limitations and the characteristics of the evaluated feed. Keywords: Esophageal probe; feed analysis; fistula; inoculum; ruminants.-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherFundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sulpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subject.-
dc.titleTÉCNICAS DE COLETA DE LÍQUIDO RUMINAL PARA ANÁLISE DA DIGESTIBILIDADE in vitro DE ALIMENTOSpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Camila Soares Cunha-
dc.description.resumoA avaliação da digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) é amplamente utilizada na nutrição de ruminantes, sendo dependente da qualidade do inóculo ruminal empregado, contudo, a literatura ainda não é conclusiva quanto à possível influência da técnica de coleta sobre essa qualidade. Este estudo foi conduzido com o objetivo de comparar a DIVMS de diferentes volumosos utilizando líquido ruminal obtido por fístula ruminal e por sonda esofágica. O experimento foi conduzido na Fazenda Escola da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, utilizando quatro volumosos: silagem de capim-elefante BRS Capiaçu, capim-elefante BRS Capiaçu in natura, silagem de milho e capim Marandu. O líquido ruminal foi coletado de três bovinos Nelore fistulados, por ambas as vias, em duas rodadas experimentais com intervalo de uma semana. Após a coleta, o líquido foi filtrado, homogeneizado em um pool por técnica de coleta e encaminhado para o Laboratório de Nutrição Aplicada da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia – FAMEZ/UFMS. A DIVMS foi avaliada pelo método de Tilley e Terry, adaptado ao sistema Marconi®, utilizando saquinhos de TNT. O período de incubação ruminal foi de 48 horas seguida de digestão ácida com pepsina por 24 horas. Os dados foram submetidos à análise estatística para comparação entre os métodos de coleta, sendo avaliados os valores médios de digestibilidade, bem como medidas de variabilidade (amplitude, desvio-padrão e coeficiente de variação). Os resultados indicaram que, embora diferenças de variabilidade tenham sido observadas entre as técnicas conforme o tipo de volumoso, não houve efeito significativo (P>0,05) da técnica de coleta sobre os valores médios de DIVMS. Conclui-se que as técnicas de coleta de líquido ruminal por sonda esofágica e por fístula ruminal podem ser utilizadas em ensaios de digestibilidade in vitro, considerando suas limitações operacionais e a natureza do alimento avaliado. Palavras-chave: Análise de alimentos; fístula; inóculo; ruminantes; sonda esofágica.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFMSpt_BR
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