Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/13584
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorAMANDA CRISTINA DE SENA GARCIA-
dc.date.accessioned2025-12-02T16:52:48Z-
dc.date.available2025-12-02T16:52:48Z-
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufms.br/handle/123456789/13584-
dc.description.abstractEl presente trabajo busca mostrar el perfil de los conflictos agrarios en el Mato Grosso do Sul (MS), basado en los Cadernos da CPT. La Comisión Pastoral de la Tierra (CPT) fue creada en 1975, en un período en que Brasil atravesaba la Dictadura Militar y los trabajadores rurales, poseedores, peones, indígenas y campesinos estaban viendo vulnerados sus derechos y siendo sometidos a trabajos sin condiciones dignas. La CPT surge entonces como una forma de apoyo a estos pueblos y de dar visibilidad a sus luchas. Los datos documentados en estos Cadernos son de extrema importancia, ya que muestran con hechos cómo es la realidad en el campo brasileño. Como base metodológica, realizamos un análisis bibliográfico de los Cadernos entre los años 2014 y 2024, considerando específicamente el estado de Mato Grosso do Sul (MS). Se utilizaron datos cualitativos (informaciones descriptivas presentes en los Cadernos) y cuantitativos, del propio banco de datos estudiado, además de noticias y entrevistas realizadas por terceros. Con esta información fue posible trazar un perfil de estos conflictos en Mato Grosso do Sul, durante el período analizado, los cuales pueden ocurrir por tierra, agua o trabajo. En Mato Grosso do Sul, específicamente, identificamos una situación marcada por la violencia, principalmente relacionada con la posesión de la tierra, donde ocurre una acción constante de grandes propietarios y, entre sus principales víctimas, los pueblos indígenas.-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherFundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sulpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectComissão Pastoral da Terra-
dc.subjectConflitos-
dc.subjectPerfil-
dc.subjectMato Grosso do Sul-
dc.subject.classificationCiências Humanaspt_BR
dc.titleOS CADERNOS DE CONFLITOS NO CAMPO BRASILEIRO DA COMISSÃO PASTORAL DA TERRA (CPT): UMA ANÁLISE DO MATO GROSSO DO SUL (2014- 2024)pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1THIAGO ARAUJO SANTOS-
dc.description.resumoO presente trabalho busca analisar o perfil dos conflitos agrários na Região do Mato Grosso do Sul (MS), baseado nos Cadernos da CPT. A Comissão Pastoral da Terra (CPT), foi criada em 1975, um período em que o Brasil estava passando pela Ditadura Militar e os trabalhadores rurais, posseiros, peões, indígenas e camponeses estavam tendo seus direitos violados e sendo submetidos a trabalhos sem condições dignas. Então a CPT surge como forma de apoio a esses povos e traz visibilidade às suas lutas. Os dados documentados nestes Cadernos são de extrema importância, pois mostram com fatos como está a realidade no campo brasileiro. Como base metodológica, realizamos uma análise bibliográfica dos Cadernos entre os anos de 2014 a 2024, considerando especificamente o estado de Mato Grosso do Sul (MS). Foram utilizados dados qualitativos (informações descritivas presentes nos Cadernos) e quantitativos, do próprio banco de dados estudado, além de notícias e entrevistas realizadas por terceiros. Com essas informações foi possível traçar um perfil desses conflitos no Mato Grosso do Sul, no período de recorte, que podem acontecer por terra, água e trabalho. No Mato Grosso do Sul, especificamente, identificamos uma condição marcada pela violência, principalmente envolvendo a posse da terra, onde ocorre uma luta frequente entre grandes proprietários e, entre suas maiores vítimas, os indígenas.pt_BR
dc.publisher.countrynullpt_BR
dc.publisher.initialsUFMSpt_BR
Aparece nas coleções:Geografia - Bacharelado (CPTL)

Arquivos associados a este item:
Arquivo TamanhoFormato 
29157.pdf751,67 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.