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dc.contributor.authorPontes, José Carlos Dorsa Vieira-
dc.contributor.authorSilva, Guilherme Viotto Rodrigues da-
dc.contributor.authorBenfatti, Ricardo Adala-
dc.contributor.authorMachado, Natália Pereira-
dc.contributor.authorPontelli, Renato-
dc.contributor.authorPontes, Elenir Rose Jardim Cury-
dc.date.accessioned2011-07-14T13:18:10Z-
dc.date.available2011-07-14T13:18:10Z-
dc.date.issued2007-
dc.identifier.citationPONTES, José Carlos Dorsa Vieira et al . Fatores de risco no desenvolvimento de insuficiência renal aguda após cirurgia de revascularização miocárdica com CEC. Rev Bras Cir Cardiovasc, São José do Rio Preto, v. 22, n. 4, Dec. 2007 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-76382007000400016&lng=en&nrm=iso>. access on 14 July 2011. doi: 10.1590/S0102-76382007000400016.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufms.br/handle/123456789/133-
dc.description.abstractOBJETIVOS: Avaliar a incidência, a mortalidade e os fatores de risco no desenvolvimento de insuficiência renal aguda (IRA) após cirurgia de revascularização miocárdica com o emprego de circulação extracorpórea (CEC), no serviço de Cirurgia Cardiovascular do Hospital Universitário da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, de janeiro de 2002 a novembro de 2004. MÉTODOS: Estudo retrospectivo de 74 pacientes submetidos à revascularização miocárdica com circulação extracorpórea, distribuídos em dois grupos segundo o desenvolvimento ou não de insuficiência renal aguda, diagnosticada por critérios laboratoriais. Foram realizadas análises estatísticas bivariada e multivariada, com significância de 5%. RESULTADOS: A incidência de IRA foi de 24,32%, sendo que 5,56% necessitaram de diálise, correspondendo a 1,35% do total de pacientes avaliados. A mortalidade por IRA foi de 5,56%. O uso de drogas inotrópicas ou vasoconstritoras no pós-operatório (p=0,048) e o IMC maior que 25 kg/m2 (p=0,004) foram fatores determinantes para o desenvolvimento de IRA. O tempo de circulação extracorpórea foi baixo, não influenciando um aumento significativo de IRA pós-operatória neste estudo. CONCLUSÃO: O tempo de CEC não esteve associado a um aumento estatisticamente significativo da incidência de IRA pós-operatória na cirurgia de revascularização do miocárdio.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherRevista Brasileira de Cirurgia Cardiovascularpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRevascularização Miocárdicapt_BR
dc.subjectInsuficiência Renal Crônicapt_BR
dc.subjectCirculação Extracorpóreapt_BR
dc.subjectMyocardial Revascularizationpt_BR
dc.subjectRenal Insufficiency, Chronicpt_BR
dc.subjectExtracorporeal Circulationpt_BR
dc.titleFatores de risco no desenvolvimento de insuficiência renal aguda após cirurgia de revascularização miocárdica com CECpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.identifier.doi10.1590/S0102-76382007000400016-
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